sábado, 29 de agosto de 2009
opniões sobre a crônica"Na África"
•Esta frase ao meu ver,quer dizer que as pessoas não precisam ter estudos,ter vários diplomas ou ser grande na vida,há coisas que não precisam ser entendidas,mas sim vividas.
Por:Danielle de Carvalho
O trecho que mais me chamou atenção foi este:
"Comtemplamos,pertubados,a morte deste homem que não devia morrer assim o pretendiam nosso egoísmo e nossa paz de espíritos."
•O médico era tão solidário que os africanos não aceitaram a sua morte,já estavam acostumados com a paz que o médico transmitia.Que também dá origem a frase:"Os bons não deveriam morrer."
Por:Ruth Alexandre Xavier
"O melhor de nós cumpriu sua tarefa e temos de descobrir outro que nos dispense de ser bons"
•Os africanos agradecem ao Alberto S. por tudo o que ele fez por eles,e procuram outro que possa ser tão bom quanto ele.
Por:Cassandra
•Para entender a vida não basta apenas estudar e fechar os olhos pra verdade,oque que adianta estudar pra medicina e não ajudar quem precisa,como os africanos,invés disso,ajudam só quem tem dinheiro!
Por:Mozart Daniel O.
•Achei a crônica super interessante,fala sobre o Alberto S. que foi um homen que se preocupou com os africanos,já que na África não se vive muito bem,e que pra você fazer o bem,não precisa ter muitas coisas,que enquanto estamos em casa sem nada pra fazer,deviamos está ajudando alguém,sem interesses.
Por:Nayara de Sousa V.
•A crônica cita o nome de um homen importante para o mundo, Alberto Scheweitzer,pode não parecer mas esse nome desconhecido fez muito mais para as pessoas do que quem realmente é pra fazer, e não faz.Perdemos tempo fazendo e construindo coisas fúteis, com o pensamento de melhorar o mundo enquanto temos um continente inteiro precisando de algo tão comum para a maioria, comida, saúde, educação. Foi isso que o autor mostrou de uma forma muito clara na crônica.
Por:Diego Stephan
•A crônica é muito legal,fala que os homens deviam ser igual ao Alberto S. que foi muito importante para a África,ajudou muitos doentes,necessitados...
Por:Francimar Felipe
Narrador e foco narrativo da crônica!
Foco Narrativo:A crônica é narrado na 3°pessoa
Por:Mozart Daniel Oliveira
Personagens:caracteríscticas fisicas e funções- da crônica"Na África"
Por:Ruth Alexandre Xavier
O enredo da crônica"Na África"
Por:Cassandra
Análise da crônica"Na África"de Carlos Drummond Andrade
Por:Nayara Varela
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Carlos Drummond Andrade-Biografia

Também teve sua efígie impressa nas notas de Ncz$ 50,00 (cinqüenta cruzados novos) em circulação no Brasil entre 1988 e 1990.
Poesia:
•Alguma Poesia (1930)
•Brejo das Almas (1934)
•Sentimento do Mundo (1940)
•José (1942)
•A Rosa do Povo (1945)
•Claro Enigma (1951)
•Fazendeiro do ar (1954)
•Quadrilha (1954)
•Viola de Bolso (1955)
•Lição de Coisas (1964)
•Boitempo (1968)
•A falta que ama (1968)
•Nudez (1968)
•As Impurezas do Branco (1973)
•Menino Antigo (Boitempo II) (1973)
•A Visita (1977)
•Discurso de Primavera (1977)
•Algumas Sombras (1977)
•O marginal clorindo gato (1978)
•Esquecer para Lembrar (Boitempo III) (1979)
•A Paixão Medida (1980)
•Caso do Vestido (1983)
•Corpo (1984)
•Amar se aprende amando (1985)
•Poesia Errante (1988)
•O Amor Natural (1992)
•Farewell (1996)
•Os ombros suportam o mundo(-)
•Futebol a arte (1970)
Antologia poética
•A última pedra no meu caminho (1950)
•50 poemas escolhidos pelo autor (1956)
•Antologia Poética (1962)
•Antologia Poética (1965)
•Seleta em Prosa e Verso (1971)
•Amor, Amores (1975)
•Carmina drummondiana (1982)
•Boitempo I e Boitempo II (1987)
•Minha morte (1987)
Infantis
•O Elefante (1983)
•História de dois amores (1985)
•O pintinho (1988)
Prosa
•Confissões de Minas (1944)
•Contos de Aprendiz (1951)
•Passeios na Ilha (1952)
•Fala, amendoeira (1957)
•A bolsa & a vida (1962)
•Cadeira de balanço (1966)
•Caminhos de João Brandão (1970)
•O poder ultrajovem e mais 79 textos em prosa e verso (1972)
•De notícias & não-notícias faz-se a crônica (1974)
•Os dias lindos (1977)
•70 historinhas (1978)
•Contos plausíveis (1981)
•Boca de luar (1984)
•O observador no escritório (1985)
•Tempo vida poesia (1986)
•Moça deitada na grama (1987)
•O avesso das coisas (1988)
•Auto-retrato e outras crônicas (1989)
•As histórias das muralhas (1989)
Por:Diego Stephan